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	<title>Campos Gerais é Mais &#187; paraná</title>
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	<description>O Portal de Turismo e Informação dos Campos Gerais.</description>
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		<title>Cooperativas do Paraná lideraram exportações em 2008</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 16:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As cooperativas paranaenses fecharam o ano de 2008 liderando as exportações brasileiras do setor, atingindo o montante de US$ 1,44 bilhão, uma alta de 37% sobre o ano anterior. Os números superaram o crescimento nacional das cooperativas (21%) e colocam o Paraná à frente das tradicionais cooperativas paulistas. Os dados foram divulgados pelo Ministério do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.camposgeraisemais.com.br/wp-content/uploads/coop.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3443" title="coop" src="http://www.camposgeraisemais.com.br/wp-content/uploads/coop-300x203.jpg" alt="coop" width="278" height="188" /></a>As cooperativas paranaenses fecharam o ano de 2008 liderando as exportações brasileiras do setor, atingindo o montante de US$ 1,44 bilhão, uma alta de 37% sobre o ano anterior. Os números superaram o crescimento nacional das cooperativas (21%) e colocam o Paraná à frente das tradicionais cooperativas paulistas. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC).</p>
<p>Segundo o analista econômico do Sindicato e Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Robson Mafioletti, das 40 maiores empresas exportadoras do Paraná em 2008, seis são cooperativas. “As cooperativas que mais ganharam destaque no ano passado foram a Coamo, C. Vale, Lar, Copacol, Cocamar e Coopcana”, diz.</p>
<p>Os itens que mais foram exportados pelas cooperativas paranaenses foram os produtos do complexo soja, carnes e do setor sucro-alcooleiro. Os principais destinos desses produtos são a União Europeia e o continente asiático.</p>
<p><strong>Realidade </strong>– Um dos exemplos do reflexo desse aumento nas exportações nas cooperativas paranaenses vem da C.Vale, de Palotina. Com um abate médio diário de 273.787 aves, o abatedouro comercializou 134,6 mil toneladas de carne de frango em 2008, alta de 23,08% na comparação com o ano anterior. A unidade da cooperativa exportou 58% da carne industrializada para um total de 48 países, entre eles África do Sul, Alemanha, Angola, Arábia Saudita, Argentina, entre outros. Com a venda de grãos e carnes, a C. Vale exportou, em 2008, R$ 330 milhões.</p>
<p>O faturamento das cooperativas também chama a atenção. A cooperativa Cocamar, de Maringá, teve o maior faturamento de sua história em 2008, chegando a R$ 1,378 bilhão, uma alta de 25% em relação a 2007. Apesar de priorizar o mercado interno, a cooperativa teve um aumento significativo no comércio exterior. Somente no ano passado, a cooperativa exportou cerca de US$ 40 milhões de farelo de soja e suco concentrado e congelado de laranja, que seguiram principalmente para o mercado europeu.</p>
<p>Para o secretário da Indústria, do Comércio e Assuntos do Mercosul, Virgílio Moreira Filho, o governo do Estado está trabalhando para integrar os esforços das cooperativas para atingir o mercado externo. “O aumento da competitividade, com a capacitação de profissionais e treinamentos, é o que está sendo desenvolvido para incentivar a cultura exportadora nas cooperativas do Paraná”, afirma.</p>
<p>Não foram somente as cooperativas paranaenses que tiveram crescimento nas exportações em 2008. O Paraná fechou o ano com alta de 23,43% (US$ 15,247 bilhões) nas exportações em comparação com 2007. As importações também tiveram aumento significativo, com crescimento de 61,57% (US$ 14,570 bilhões). Com isso, o saldo da balança comercial do Estado ficou em US$ 677 milhões.</p>
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		<title>SEAB divulga intenção de plantio para safrinha no PR</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jan 2009 14:01:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Levantamento concluído esta semana pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento sobre a produção agrícola no Estado traz pela primeira vez as informações sobre a intenção de plantio para a segunda safra 2008/09. Em condições normais de clima, levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral) prevê um crescimento de 12% na produção de milho safrinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.camposgeraisemais.com.br/wp-content/uploads/milho2.jpg"></a><a href="http://www.camposgeraisemais.com.br/wp-content/uploads/milho2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3355" title="milho2" src="http://www.camposgeraisemais.com.br/wp-content/uploads/milho2-300x200.jpg" alt="milho2" width="300" height="200" /></a>Levantamento concluído esta semana pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento sobre a produção agrícola no Estado traz pela primeira vez as informações sobre a intenção de plantio para a segunda safra 2008/09. Em condições normais de clima, levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral) prevê um crescimento de 12% na produção de milho safrinha e de 25% na produção de feijão. A pesquisa constatou ainda boas perspectivas para o cultivo de grãos de inverno.</p>
<p>Em relação à produção de grãos de verão da safra 2008/09, a previsão é de uma queda de 26% em decorrência da estiagem que prejudicou a agricultura paranaense no final do ano passado e início deste ano. O volume de produção cai de 22 milhões de toneladas no ano passado para uma previsão de colheita de 16,4 milhões de toneladas este ano.</p>
<p>Para o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Valter Bianchini, embora o quadro de perdas da safra de verão esteja configurado, o cenário futuro de curto prazo apresenta fatores positivos. Entre eles, apontou o crescimento de área e produção para a safrinha de milho e feijão e boas perspectivas de preços para as principais commodities, como milho e soja no mercado futuro. “A quebra de safra do milho, ocorrida no Sul do Brasil, na Argentina e no Paraguai, dá condições para um mercado mais sustentado este ano para a produção brasileira e paranaense”, justificou.</p>
<p>A segunda safra de feijão mostra forte tendência de crescimento de área e de produção para este ano de 2009. A área plantada cresce 16%, passando de 213,1 mil hectares plantados na segunda safra do ano passado, para 247,2 mil hectares este ano. A previsão de produção aponta para uma colheita de 427.740 toneladas de feijão, 25% a mais que em igual período do ano passado quando foram colhidas 341.490 toneladas na safrinha.</p>
<p>As expectativas para o milho safrinha são de estabilidade na área plantada. O levantamento do Deral constatou uma intenção de plantio de 1,54 milhão de hectares, uma leve redução de 3% sobre o plantio realizado na safrinha do ano passado, que atingiu 1,58 milhão de hectares. O diretor do Deral, Francisco Simioni, acredita que o próximo levantamento poderá indicar uma recuperação na área de plantio devido à indefinição do produtor que ainda não colheu as lavouras de soja.</p>
<p>Mesmo com leve redução de área, a produção de milho safrinha deve atingir 6,42 milhões de toneladas, um crescimento de 12% sobre a produção no mesmo período do ano passado quando foram colhidas 5,7 milhões de toneladas.</p>
<p>Ainda não há definição para o plantio de grãos de inverno no Paraná como aveia, centeio, cevada, triticale e trigo porque essas culturas começam a ser plantadas no Estado a partir de abril. Mas as expectativas apontam tendência de crescimento de área e de produção também para essas culturas.</p>
<p>PERDAS &#8211; Em relação à produção de verão, o mesmo levantamento constatou a quebra de 16% na produção de soja e 38% na produção de milho em decorrência da estiagem que prejudicou o desempenho dessas culturas entre os meses de novembro e dezembro do ano passado. A produção de soja foi reavaliada para 9,8 milhões de toneladas. Na safra de verão 2007/08 a produção do grão no Paraná foi de 11,68 milhões de toneladas.</p>
<p>O milho, cultura seriamente atingida pela falta de chuvas, apresenta uma quebra de produção e deverá render seis milhões de toneladas. Em igual período do ano passado a colheita do grão da primeira safra atingiu 9,7 milhões de toneladas.</p>
<p>O feijão da primeira safra, outra cultura prejudicada, apresenta redução de 18% na produção. O volume colhido cai de 428.749 toneladas produzidas no ano passado para 352.877 toneladas produzidas este ano.</p>
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		<title>Plantio da &#8216;safrinha&#8217; pode amenizar prejuízos da estiagem no campo</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 15:07:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O secretário da Agricultura e do Abastecimento em exercício, Herlon Goelzer de Almeida, vê no plantio da safrinha de milho e feijão, e posteriormente no plantio da safra de inverno, o remédio para amenizar os efeitos perversos gerados pela estiagem que prejudicou o desempenho da safra de grãos de verão 2008/09. A expectativa é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.camposgeraisemais.com.br/wp-content/uploads/safrinha.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3338" title="safrinha" src="http://www.camposgeraisemais.com.br/wp-content/uploads/safrinha.jpg" alt="safrinha" width="270" height="203" /></a>O secretário da Agricultura e do Abastecimento em exercício, Herlon Goelzer de Almeida, vê no plantio da safrinha de milho e feijão, e posteriormente no plantio da safra de inverno, o remédio para amenizar os efeitos perversos gerados pela estiagem que prejudicou o desempenho da safra de grãos de verão 2008/09. A expectativa é que este ano ocorra o maior plantio de milho safrinha do Paraná.Em reunião com prefeitos e agricultores realizada nesta quarta-feira (28) no município de São Miguel do Iguaçu, na região Oeste do Estado, com prefeitos, agricultores e lideranças da região, Herlon de Almeida disse que o remédio contra a seca é plantar a safrinha. Ele destacou que essa deve ser a preocupação do agricultor e das prefeituras e lideranças da agricultura, para fazer a economia girar nos municípios afetados pela seca. &#8220;A melhor mensagem que levamos ao agricultor dos municípios cuja atividade econômica é dependente da Agricultura, é plantar a safrinha&#8221;, insistiu.</p>
<p>Almeida obteve a confirmação da direção do Banco do Brasil e do governo federal que não faltarão recursos para o plantio da safrinha de milho e feijão. O plantio antecipado da safrinha e do trigo, no inverno, deverá compensar as perdas dos agricultores paranaenses com a safra de grãos de verão 2008/09, que foi seriamente prejudicada pela estiagem que penalizou o Estado entre os meses de novembro e dezembro.</p>
<p>Segundo Herlon, não deverão faltar recursos para o plantio, as perspectivas de mercado são animadoras e principalmente o clima promete colaborar. As previsões climáticas para os próximos três meses (até abril) são de chuvas regulares e clima ameno, o que reduz a evaporação e retém mais água no solo.</p>
<p>De acordo com ele, as regiões Oeste e Sudoeste do Paraná foram as mais castigadas pela estiagem que aconteceu no final do ano passado e atingiu as culturas na sua fase mais sensível e o déficit hídrico comprometeu o desenvolvimento das plantas. O resultado foi a quebra de 23,5% da safra de grãos de verão prevista no Estado e de 37% no Oeste do Paraná. A expectativa com as colheitas de soja, milho e feijão era colher 3,7 milhões de toneladas na região Oeste e agora a colheita deverá atingir 2,37 milhões de toneladas de grãos.</p>
<p>Em conseqüência dessa quebra, já foram encaminhados em todo o Estado 13.954 pedidos de perícia para solicitação do Proagro nas lavouras.</p>
<p>Segundo Almeida, os problemas decorrentes com a seca não podem ser alimentadores da crise mundial. &#8220;O Brasil é um grande produtor de alimentos e a crise mundial pode ser uma oportunidade para nossos agricultores&#8221;, disse. Ele destacou que a pesquisa agronômica e a assistência técnica têm tecnologia para os agricultores conviverem com a seca e eles devem seguir as recomendações técnicas para retenção de água no solo. Entre elas, a redução de adubos químicos nas lavouras, mecanismos de proteção de fontes de água, conservação de solos em microbacias, e contenção de água em cisternas.</p>
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		<title>Números mostram que turismo cresce no Paraná</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 19:39:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O número de transportadoras turísticas cadastradas no Ministério do Turismo no Paraná aumentou 16,74% em 2008, em relação ao ano anterior. Dados do Departamento de Empreendimentos Turístico, da Secretaria do Turismo, responsável pelo cadastramento de profissionais e empreendimentos turísticos, mostram que o número atual de empresas é de 1.130, contra 968 em 2007. Outro quesito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="itemText">O número de transportadoras turísticas cadastradas no Ministério do Turismo no Paraná aumentou 16,74% em 2008, em relação ao ano anterior. Dados do Departamento de Empreendimentos Turístico, da Secretaria do Turismo, responsável pelo cadastramento de profissionais e empreendimentos turísticos, mostram que o número atual de empresas é de 1.130, contra 968 em 2007.</p>
<p>Outro quesito que se destaca é a quantidade de empresas organizadoras de eventos registradas, que aumentou 16,08% em 2008. A quantidade de guias de turismo no Estado aumentou 10,55%, e são mais de 1.824, em 2008. A renovação de cadastros de empresas também foi significativa em 2008. Somente de agências de turismo, foram 362 renovações e 133 novos cadastros um crescimento de mais de 9%. Nos meios de hospedagem o crescimento foi de 5,19%, passando de 809 para 851 cadastrados.</p>
<p>O segmento apresentou crescimento de 11,6% no número de empreendimentos cadastrado no Paraná. “Esses índices foram alcançados devido à campanha pelo cadastramento realizada pela Secretaria de Estado do Turismo”, destaca o secretário de Estado do Turismo, Celso de Souza Caron. O Cadastur registrou crescimento em todos os itens no comparativo de 2007 e 2008. “Isso mostra o crescimento da oferta turística do Estado”, diz Caron.</p>
<p>O cadastro, além de assegurar para o Estado repasse maior de verbas do Ministério do Turismo para promoção nacional e internacional, assegura benefícios a empresas e profissionais cadastrados, como a participação gratuita no site Vai Brasil e no portal de hospedagem, isenção de taxas e apoio na participação em feiras e eventos do Ministério do Turismo. O Cadastur, feito em convênio com o Ministério, é obrigatório para agências de turismo, meios de hospedagem, transportadoras, organizadoras de eventos, parques temáticos, bacharéis e guias de turismo.</p>
<p class="itemText">Os empreendimentos ainda não cadastrados podem procurar a Secretaria do Turismo pelo telefone (41) 3313-3536, ou pelo e-mail <a href="mailto:prturdet@pr.gov.br.">prturdet@pr.gov.br.</a></p>
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		<title>Comitê vai monitorar estragos da estiagem nas lavouras do PR</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 17:33:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As chuvas dos últimos dias amenizaram o quadro de estiagem no Paraná, mas o fato é que há lavouras da safra de verão que sofreram perdas com a falta de chuvas que se agravou no final de 2008. Para reduzir os reflexos da seca na Agricultura, o secretário Valter Bianchini convocou uma reunião para discutir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As chuvas dos últimos dias amenizaram o quadro de estiagem no Paraná, mas o fato é que há lavouras da safra de verão que sofreram perdas com a falta de chuvas que se agravou no final de 2008. Para reduzir os reflexos da seca na Agricultura, o secretário Valter Bianchini convocou uma reunião para discutir as melhores alternativas que podem ser recomendadas aos agricultores paranaenses no preparo da safrinha que começa neste mês de janeiro.</p>
<p>Nesse período são plantados no Estado principalmente o feijão e milho da segunda safra (safrinha). Além das recomendações técnicas para a safrinha, serão tratados os encaminhamentos das solicitações de perícias em relação ao seguro da Agricultura Familiar e ao Proagro. Estima-se que mais de 10 mil solicitações de seguro agrícola já foram encaminhadas ao banco.</p>
<p>Segundo Bianchini, apesar da situação de estiagem, já estão sendo discutidas com os bancos as normas para o financiamento da safrinha que poderá ter ampliação da área cultivada, assim como das lavouras de inverno.</p>
<p>A reunião será nesta quarta-feira (7) na Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, onde deverão estar presentes a equipe técnica do Departamento de Economia Rural (Deral), da Emater-PR, do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Embrapa, Banco do Brasil e entidades representantes dos agricultores como Federação da Agricultura do Paraná (Faep), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Paraná (Fetaep), Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) e Federação dos Trabalhadores Rurais na Agricultura Familiar na região Sul (Fetraf/Sul), entre outras.</p>
<p>Até agora, a Secretaria contabiliza prejuízos de até R$ 1,5 bilhão com a perda de lavouras da safra de verão 2008/09. A falta de chuvas no Estado vem acontecendo com mais intensidade desde a segunda quinzena de novembro do ano passado. Mesmo as recentes chuvas que caíram em todo o Estado desde o dia 1º de janeiro não foram suficientes para repor o déficit hídrico do solo.</p>
<p>“Vamos montar um comitê permanente para monitorar o andamento da safra de verão e também da safrinha”, disse o secretário Bianchini. A Secretaria vai orientar os agricultores a adotarem as melhores técnicas e utilizarem as melhores variedades com o objetivo de atingir uma boa produção, produtividade e principalmente uma boa renda com a safrinha.</p>
<p>Segundo o secretário, uma boa orientação técnica com racionalização de custos e efetivação dos instrumentos de política agrícola como crédito no momento certo ajudarão o agricultor a compensar possíveis perdas. “Daí a importância desse comitê para orientar os agricultores”, explicou.</p>
<p>Conforme o levantamento do Deral sobre as chuvas no Estado, a situação de estiagem já amenizou mas ainda há localidades com persistência da estiagem. No acumulado de 1º a 4 de janeiro de 2009, as chuvas variaram de 8,2 milímetros em Palotina a 76 milímetros em Cândido de Abreu. “Isso dá uma amostra das irregularidades das chuvas no Paraná”, disse o técnico Otmar Hubner, do Deral.</p>
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		<title>CG Rural: Gado Paranaense</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Aug 2008 04:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça agora o primeiro gado genuinamente paranaense, que surgiu das pesquisas realizadas na fazenda modelo do Iapar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça agora o primeiro gado genuinamente paranaense, que surgiu das pesquisas realizadas na fazenda modelo do Iapar.</p>
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		<title>Pequenas empresas geram maioria dos empregos no PR</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 03:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As pequenas empresas, com até quatro funcionários, foram as que mais geraram empregos formais no primeiro semestre de 2008. Elas contrataram 50.851 trabalhadores e foram responsáveis por 46,6% dos 109.162 novos postos de trabalho criados em todo o Paraná durante o período. Os dados são da Secretaria do Trabalho, Emprego e Promoção Social, com base [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.camposgeraisemais.com.br/wp-content/uploads/emprego.jpg"><img class="alignright alignnone size-medium wp-image-1592" style="float: right; margin: 3px;" title="emprego" src="http://www.camposgeraisemais.com.br/wp-content/uploads/emprego-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>As pequenas empresas, com até quatro funcionários, foram as que mais geraram empregos formais no primeiro semestre de 2008. Elas contrataram 50.851 trabalhadores e foram responsáveis por 46,6% dos 109.162 novos postos de trabalho criados em todo o Paraná durante o período. Os dados são da Secretaria do Trabalho, Emprego e Promoção Social, com base nos resultados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).</p>
<p>Os estabelecimentos que possuem entre 500 e 999 empregados representaram 10% do total de contratações do Estado, foram 11.185 vagas ofertadas. Nas empresas com mais de 1.000 funcionários foram alocados 14.263 pessoas, o equivalente a 13,1% dos empregos gerados.</p>
<p>O secretário Nelson Garcia disse que este perfil se deve ao estímulo dado pelo governador Roberto Requião aos micro e pequenos empreendedores. “Investimos nas empresas de micro e pequeno porte porque sabemos que elas são as maiores geradoras de emprego. Fazemos isto através da isenção e redução do ICMS, oferta de microcrédito e dos projetos baseados no principio da economia solidária”, explica.</p>
<p>SETORES &#8211; Os setores da economia que mais contribuíram para o bom desempenho paranaense foram a Construção Civil (11.514 novas vagas), Comércio (17.135) e Serviços (28.817). A Indústria e a Agricultura também apresentaram bons números, a primeira gerou 38.689 empregos e a segunda 11.949.</p>
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		<title>Agricultura familiar responde por 80% dos empregos no campo</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 03:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A propriedade rural familiar emprega 80% dos trabalhadores do setor agropecuário paranaense, aponta estudo realizado pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). A agricultura familiar emprega 780 mil pessoas no Estado. A pesquisa também aponta que os empregos permanentes no campo superam o número de contratações temporárias. De 220 mil assalariados rurais, 120 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A propriedade rural familiar emprega 80% dos trabalhadores do setor agropecuário paranaense, aponta estudo realizado pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). A agricultura familiar emprega 780 mil pessoas no Estado. A pesquisa também aponta que os empregos permanentes no campo superam o número de contratações temporárias. De 220 mil assalariados rurais, 120 mil têm vínculo empregatício permanente &#8211; ou seja, trabalham o ano todo, e não apenas durante a safra.</p>
<p>Pnad &#8211; O estudo Características das Ocupações da Agropecuária Paranaense &#8211; cuja primeira etapa o Ipardes concluiu na última quinta-feira (24.07) &#8211; analisa o mercado de trabalho no campo a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). A edição mais recente da pesquisa foi produzida e divulgada pelo IBGE em 2006. A Pnad aponta que, em 2006, o Paraná tinha 5,4 milhões de pessoas no mercado de trabalho &#8211; 20% delas estavam empregados na agropecuária. Entre 2002 e 2006, o cultivo de fumo e cana-de-açúcar, a extração de madeira e a criação de bovinos foram as atividades que tiveram maior crescimento no número de pessoas ocupadas. Por outro lado, a mecanização nas culturas de soja e milho diminui o número de empregos nessas lavouras.</p>
<p>Produção agrícola &#8211; O Ipardes apurou que a produção agrícola mantém-se como principal demandante de trabalho no Paraná, responsável por cerca de 65% do total das ocupações, com destaque para as lavouras temporárias. A produção animal contribui com cerca de 30% do total de ocupados &#8211; aí incluídos a criação de bovinos de corte e de leite, aves e suínos. A terceirização na agricultura e outras atividades, tais como silvicultura e pesca, apresentam discreto crescimento na geração de postos de trabalho, e representam 5% do total de pessoas ocupadas na agropecuária.</p>
<p>Principal atividade &#8211; A bovinocultura é a principal atividade econômica no mercado de trabalho da agropecuária paranaense &#8211; emprega 25 de cada 100 assalariados no campo, ou mais de 190 mil pessoas em 2006. A criação de bovinos, o cultivo de fumo, cana-de-açúcar e a extração de madeira geraram cerca de 82 mil novas ocupações no período 2002 a 2006. O estudo mostra ainda que caiu discretamente o número pessoas ocupadas na agropecuária paranaense &#8211; de 1,07 milhão em 2002 para 1,04 milhão em 2006 -, devido principalmente à redução da mão-de-obra empregada nas lavouras de soja e milho.</p>
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		<title>Governo do PR quer recuperar 1700 km de rodovias até 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 00:52:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governo do Paraná começa nos próximos meses mais um grande programa de obras nas rodovias paranaenses. O governador Roberto Requião autorizou nesta semana a licitação para obras em 1.700 quilômetros de estradas. As obras fazem parte do programa batizado de Conservação Total e os investimentos podem chegar a R$ 231 milhões. &#8220;Com este programa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.camposgeraisemais.com.br/wp-content/uploads/estrada1.jpg"><img class="alignleft alignnone size-medium wp-image-1528" style="float: left; margin: 4px;" title="reserva - manoel ribas" src="http://www.camposgeraisemais.com.br/wp-content/uploads/estrada1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>O governo do Paraná começa nos próximos meses mais um grande programa de obras nas rodovias paranaenses. O governador Roberto Requião autorizou nesta semana a licitação para obras em 1.700 quilômetros de estradas. As obras fazem parte do programa batizado de Conservação Total e os investimentos podem chegar a R$ 231 milhões. &#8220;Com este programa vamos garantir rodovias seguras, diminuir custos de conservação e reduzir os custos operacionais para os motoristas&#8221;, afirmou o secretário dos Transportes, Rogério W. Tizzot.</p>
<p>As intervenções seguem até 2010 e são divididas em seis frentes integradas: conservação da faixa de domínio (limpeza dos acostamentos e da vegetação, entre outros serviços), manutenção do pavimento da estrada, recuperação de rodovias, sinalização e segurança rodoviária e pesagem de veículos.</p>
<p>OBRAS &#8211; Para a elaboração do programa de obras, foram feitos levantamentos que mapearam as necessidades de investimentos. As rodovias foram dividas de acordo com o fluxo de tráfego e com a importância local ou regional. A análise desse diagnóstico resultou na confecção de três diferentes ações nos pavimentos das estradas. A conservação rotineira (serviços em pontos específicos das vias), a conservação periódica (obras em toda a extensão das rodovias, com a recuperação do pavimento) e a restauração (intervenções mais pesadas).</p>
<p>Segundo Tizzot, as obras nos 1.700 quilômetros fazem parte dos serviços de conservação periódica. &#8220;Utilizaremos técnica semelhante à que foi responsável pela recuperação das estradas paranaenses entre 2003 e 2006.&#8221;</p>
<p>PRINCIPAIS TRECHOS &#8211; Mais 383 quilômetros receberão melhorias na regional Norte. Nessa região estão os 82 quilômetros entre Londrina e Mauá da Serra (PR-445); o cruzamento da PRC-153, próximo a Ventania, até o acesso a Sapopema (PR-090), com 59 quilômetros; além do segmento de 72 quilômetros de Porecatu a Rolândia (PR-170 e PR-323).</p>
<p>Dos 266,5 quilômetros que devem receber serviço na regional Leste, podem-se citar 83 quilômetros da Barragem Foz do Areia até Jangada do Sul (PR-170); de Palmeira a São Mateus do Sul, 74 quilômetros; e do cruzamento com a BR-153 até o acesso oeste a Palmas (PR-280), com 62,5 quilômetros.</p>
<p>Já na regional dos Campos Gerais, as obras serão realizadas em 252 quilômetros. Estão incluídos os 60 quilômetros entre Castro e Tibagi (PR-340); 32 quilômetros de Santana do Itararé a Wenceslau Braz (PR-151 e PR-422); e ainda do cruzamento com a BR-373, passando por Bom Jardim do Sul, até Ivaí (PR-522 e PRC-487), com 30 quilômetros.</p>
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		<title>Paraná bate recorde de geração de empregos</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 00:55:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melina</dc:creator>
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		<category><![CDATA[caged]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
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		<description><![CDATA[O Paraná bateu todos os recordes de geração de empregos formais no primeiro semestre do ano, de acordo com os dados Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira (17) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Segundo o levantamento, de janeiro a junho foram criados 109.162 novos postos com registro em carteira. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.camposgeraisemais.com.br/wp-content/uploads/obra.jpg"><img class="alignleft alignnone size-medium wp-image-1461" style="float: left; margin: 4px;" title="obra" src="http://www.camposgeraisemais.com.br/wp-content/uploads/obra-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>O Paraná bateu todos os recordes de geração de empregos formais no primeiro semestre do ano, de acordo com os dados Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira (17) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Segundo o levantamento, de janeiro a junho foram criados 109.162 novos postos com registro em carteira. O Estado também apresentou resultado histórico para o mês de junho: 13.944 empregos.</p>
<p>No semestre, o Paraná permaneceu entre os três Estados que mais geram empregos no país, juntamente com São Paulo e Minas Gerais, estados bem mais populosos. Os números paranaenses são muito superiores aos dos Estados da Região Sul, Santa Catarina gerou 56.816 empregos e o Rio Grande do Sul 81.441.</p>
<p>Na comparação com os seis primeiros meses de 2007, quando foram gerados 95.215, o semestre de 2008 apresentou alta de 14,6%. Os setores que mais contribuíram para o bom desempenho paranaense foram a Construção Civil (11.514 novas vagas), Comércio (17.135) e Serviços (28.817).</p>
<p>A Indústria e a Agricultura apresentaram queda em relação ao semestre do ano anterior. A primeira gerou 38.689 empregos e teve queda de 9,9%. A segunda gerou 11.949 postos de trabalho e apresentou decréscimo de 6,1%.</p>
<p>O interior foi novamente o maior responsável pela geração de empregos, com a geração de 74.262 novos postos de trabalho. Na Região Metropolitana de Curitiba, foram ofertadas 34.900 vagas (das quais 22.652 na capital), resultando em acréscimo de 47,4% se comparado com janeiro a junho do ano passado.</p>
<p>JUNHO &#8211; O mês de junho também apresentou um resultado positivo histórico. Foi o melhor dos últimos 12 anos, desde a criação do Caged. Segundo o levantamento, houve no mês um crescimento de 64,7% em relação ao mesmo período de 2007. O maior destaque ficou com a Construção Civil, que contratou 1.784 trabalhadores, resultando em crescimento 152% na comparação com o sexto mês do ano anterior.</p>
<p>No setor de Serviços, foram 3.227 novos funcionários, expansão de 115% se comparado com igual mês de 2007. No Comércio, foram admitidos 3.386 pessoas, um acréscimo de 105,2%. Já na Indístria, apesar de terem sido gerados 4.106 novos empregos formais, houve decréscimo de 18,1% em relação a junho do ano passado.</p>
<p>Com os números de junho, o Paraná chega aos 2.056.682 milhões de trabalhadores com carteira assinada, crescimento de 7,1% nos últimos doze meses. Agora, desde 2003, início do governo Roberto Requião, já são 575.311 os novos empregos formais gerados no Estado.</p>
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