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    Ensino, pesquisa e projetos de extensão que beneficiam toda a comunidade. Aqui nos Campos Gerais também tem.

    Onze instituições de ensino superior, distribuídas em seis municípios: uma universidade estadual, um centro federal de educação tecnológica e as demais são instituições particulares. Na graduação essas instituições ofertam mais de 60 cursos, que abrangem as áreas de Ciências Humanas, Sociais, de Saúde, Exatas e Tecnológicas. É daqui um dos mais conceituados cursos de Odontologia e Engenharia de Materiais, por exemplo.

    A Universidade Estadual de Ponta Grossa tem a tradição da maioria dos cursos de ensino superior, tanto em sua sede como nos campi instalados em cidades próximas. A Universidade Tecnológica Federal do Paraná, antigo Cefet, também oferece opções de qualidade reconhecida nas áreas absorvidas pela indústria local: alimentos, mecânica, eletrônica e informática. Essas duas instituições-pólo em Ponta Grossa também concentram a maior parte dos cursos de pós-graduação. Somente na UEPG, são sete cursos de mestrado nas variadas áreas de conhecimento. Há grupos de pesquisa articulados a programas e linhas de financiamento com entidades de mérito reconhecido: segundo o banco de dados do CNPq, relativo a 2002, constam 1.070 grupos de pesquisas registrados no Estado do Paraná, que integram 6.463 pesquisadores. Os Campos Gerais registram 44 grupos, aos quais estão vinculados 345 pesquisadores.

    E agora, nos últimos anos, têm se fortalecido as faculdades particulares de ensino superior, como o CESCAGE, Faculdades União e outras… Cursos reconhecidos pelo MEC, com estrutura e profissionais renomados. O que só amplia os horizontes da região em termos de conhecimento e o acesso a um número cada vez maior de pessoas.

    Pesquisa e tecnologia de ponta

    E para oferecer amparo tecnológico aos produtores rurais, destaque para a Fundação ABC, instituição de caráter privado criada pelas cooperativas Agro-Pecuária Arapoti, Agro-Pecuária Batavo e Castrolanda. A Fundação está voltada fundamentalmente para a difusão do plantio direto e para a solução de problemas técnicos que surgem nas mais diversas áreas que envolvem os produtores da região. Também integra o ensino e divulgação da tecnologia utilizada no segmento pecuário, na perspectiva de avanços na qualidade da bacia leiteira. Seus trabalhos envolvem uma estreita articulação com empresas privadas nacionais e estrangeiras e entidades governamentais, em especial a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e a Empresa Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).