28/01/09

Requião vistoria obras do Hospital Regional em PG

hospO governador Roberto Requião visitou nesta terça-feira (27) as obras do Hospital Regional Universitário de Ponta Grossa, que até a sua inauguração, ainda este ano, deve receber do Governo do Estado investimentos totais de R$ 30 milhões para construção, instalação de um pronto-socorro, além de aquisição de equipamentos e de leitos para UTIs.

Além de possibilitar o atendimento da macrorregião de Ponta Grossa, com cerca de 1 milhão de habitantes, o hospital foi importante para a volta do curso de Medicina na Universidade Estadual de Ponta Grossa em caráter definitivo. O primeiro vestibular será realizado em agosto, com 96 vagas, segundo informou o reitor João Carlos Gomes.

“Este curso tem todas as condições de ser um dos melhores do Brasil. Não é mais uma mentira de véspera de eleição”, afirmou o governador, que percorreu o hospital ao lado do reitor e dos secretários Carlos Moreira (Gabinete), coronel Washington Rosa (Casa Militar), do prefeito Pedro Wosgrau Filho e dos deputados Péricles de Mello e Jocelito Canto.

Segundo o governador, o ministro da Saúde, José Carlos Temporão, propôs fornecer os equipamentos necessários para que o hospital entre em funcionamento. “Eu aceitei a proposta, mas não paraliso o processo de licitação para a compra do equipamento. Eu sei como tudo funciona, de repente a burocracia federal emperra e a gente acaba tenho o hospital entalado na garganta. Ao todo, o Governo do Estado está construindo, reformando e ampliando 35 hospitais em todo o Estado”.

Requião mostrou-se impressionado com a grandiosidade da obra, que de acordo com sua avaliação vai demorar pelo menos seis meses para ser concluída. Trata-se de um hospital de alta complexidade, com 150 leitos, sendo 30 para UTIs e um pronto-socorro para atendimento de traumas, urgências e emergências clínicas.

Com área construída de 13,5 mil metros quadrados, o Hospital Regional, localizado no campus da Universidade Estadual de Ponta Grossa, deve ter as obras concluídas em abril de 2009 e funcionará como porta de entrada para o Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma (Siate) e para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O projeto do hospital prevê um edifício principal com cinco pavimentos para as atividades hospitalares e um bloco anexo para a infra-estrutura hidráulica. A estrutura física custou R$ 15,8 milhões ao Governo do Estado.

A execução da obra foi possível a partir de um convênio firmado entre a Secretaria de Estado da Saúde – Sesa/Instituto Saúde do Paraná, Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano – Sedu/Paranacidade e a UEPG (cessão do terreno para a edificação).