27/09/08
<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:”"; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; mso-bidi-font-size:10.0pt; font-family:”Times New Roman”; mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;} @page Section1 {size:612.0pt 792.0pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} –> Em Carambeí, a coleta seletiva começa a ser incentivada pelas Secretarias Municipais de Meio Ambiente e Educação, em parceria com a Carambeí Ambiental. O projeto ‘Reciclando para a Sustentabilidade’, foi lançado na tarde desta sexta-feira (26), na comunidade do Lajeado.
A idéia é que os moradores separem, em casa, os materiais que podem ser reciclados e os depositem nos big bags, que ficarão à disposição no bairro. Conforme as sacolas vão sendo cheias, o caminhão da Carambeí Ambiental passa, recolhe e compra os produtos e são os moradores envolvidos na coleta que decidirão o que fazer com o dinheiro. Durante a reunião, ficou decidido que o dinheiro da venda será retirado na empresa de reciclagem por um grupo de pessoas da comunidade, assim que houver necessidade. O mesmo projeto foi levado para a região da Caçandoca e, no próximo dia 1º, será sugerido aos moradores da Vila Esperança.
O servente Antonio dos Santos gostou da iniciativa. No Lajeado existe um arroio, que hoje está bem mais limpo, mas ele lembra que antigamente tudo era jogado nessas águas, até sofá. Os moradores receberam panfletos que informam quais materiais são recolhidos pela Carambeí Ambiental. Aline Valer, da Secretaria de Meio Ambiente, fez uma palestra sobre conscientização e reeducação ambiental. “Tem que juntar muito material para conseguir um bom valor, mas se a comunidade trabalhar unida vai arrecadar”, afirmou. Ela disse que, além do dinheiro, o projeto deve se pautar na qualidade de vida dos moradores. “Existem várias doenças causadas pelo lixo jogado nos rios. Plásticos que acumulam água da chuva podem proliferar o mosquito da dengue”, exemplificou. Elear Sperandio, da Carambeí Ambientou, acrescentou que o material que as pessoas vão separar poderia estar indo para o rio ou superlotando o aterro sanitário.
Segundo Aline, a iniciativa partiu de conversas com a comunidade. A meta é levar o projeto a todos os bairros da cidade, começando pela periferia até chegar ao centro. De acordo com ela, hoje cerca de 30% dos moradores fazem a separação.